10 pesquisas inusitadas

26 de nov de 2011


Universidade de Notre Dame examinou milhões de registros de óbitos ao longo de três anos. Foram quatro grupos estudados, incluindo idosos com seguro social, militares, famílias que tinham desconto nas taxas de impostos e moradores dos Estados Unidos com dividendo no Fundo Permanente do Alasca. Em cada um desses grupos, havia mortes por acidente de carro, ataque cardíaco ou uso abusivo de drogas. E o mais impressionante: o óbito ocorria logo depois que as pessoas eram pagas. De acordo com a equipe de pesquisa, isso acontece porque algumas pessoas vivem de maneira descontrolada após terem os bolsos cheios de dinheiro, até mesmo sem medir as consequências dos seus atos

Mais de mil casais, com média de 25 anos de casados e de cinco países diferentes incluindo o Brasil, foram convidados a participarem de um estudo daUniversidade de Indiana, nos EUA. Para os homens que participaram do estudo, a felicidade no casamento estava diretamente ligada à frequência com que rolava uma troca de chamegos com a parceira. Mas para as mulheres, nem tanto. Elas, aliás, eram mais propensas a se declararem satisfeitas com a vida sexual do que propriamente felizes no casamento.

Uma pesquisa feita com mais de mil jogadores do Reino Unido, entre 18 e 40 anos, constatou que eles irão passar, em média, 682 dias de suas vidas jogandojogos eletrônicos. Os cientistas se basearam em uma média de 9,2 horas gastas semanalmente com os jogos e o tempo acumulado até os 45 anos de idade.

Para checar o quão fortes são os laços sociais criados pelas vacas (estamos falando de vacas mesmo), a Universidade de Northampton, no Reino Unido passou algum tempo medindo suas frequências cardíacas e níveis de cortisol (hormônio relacionado ao estresse) em três situações diferentes: com elas completamente isoladas, na companhia de uma vaca conhecida ou com uma vaca nova, a quem nunca tinham sido apresentadas. “Quando têm suas melhores amigas junto, o estresse é menor do que quando estão com uma vaca qualquer”, aponta a pesquisadora, Krista McLennan.

O lado ruim do pensamento positivo é objeto de estudo da neurocientista israelense Tali Sharot, que acaba de lançar o livro “The Optimism Bias -A tour of the irrationally positive brain” (o viés otimista, um tour pelo cérebro irracionalmente positivo), sem edição no Brasil.
Certo tipo de atitude esperançosa, tão incentivada pela cultura atual, “pode levar a enormes erros de cálculo e fazer com que as pessoas não façam exames de saúde, não apliquem protetor solar ou não abram uma poupança”, disse Sharot.

Um estudo feito com 6 mil pessoas na Suécia afirma que absorção de algumas drogas, como imunossupressores e anticoagulantes, é até 17% menor durante o verão. Isso acontece porque tomar sol estimula a produção de vitamina D, o que por sua vez aumenta os níveis de enzima CYP3A4 – que quebra as moléculas de remédios e faz com que eles sejam processados mais depressa pelo corpo.

Provavelmente você não tem 70 anos ou mais do que isso, mas guarda esta dica por toda sua vida. A Sociedade Geriátrica Americana, acompanhou 9 mil idosos e constatou que a mortalidade dos velhinhos acima do peso era 13% menor do que entre os magros. Agora se você não sabem o porquê disso, eles afirmam que também não.

Você é campeão em perder o controle remoto? Pois 49% das pessoas deixam o controle remoto cair no vão entre o encosto e o assento do sofá, segundo uma pesquisa feita pela Logitech. Depois do sofá, os lugares em que mais se perdem controles são o banheiro (8%), gavetas (8%), geladeira (4%) e o carro (2%).

Cuidado com seus belos olhos claros. Cientistas da Georgia State University, nos EUA, cruzaram dados de duas grandes pesquisas (uma feita com 10.860 presos somente do sexo masculino; a outra, com 1.862 mulheres de todo o país) e observaram que em ambas as amostragens, as pessoas com olhos azuis ouverdes bebiam mais e tinham mais problemas com alcoolismo do que as de olhos castanhos. Uma teoria diz que pessoas com olhos escuros são mais sensíveis a certas drogas do que as com olhos claros, o que, as leva a beberem menos, fazendo com que corram menos risco de virarem reféns do álcool.

Pesquisadores da Universidade de Ohio, nos EUA, apresentaram os voluntários do estudo a pessoas desconhecidas. Depois, os cientistas fizeram os voluntários acreditarem que nenhum dos tais desconhecidos havia gostado deles. Entre os voluntários, os que se sentiam rejeitados registravam um nível bem maior deagressividade – o que é totalmente compreensível. A novidade é que, ao mesmo tempo, a média de QI deles caía cerca de 25%. O raciocínio analítico, 30%.
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Fontes: Playr2, Folha, SuperInteressante e Hypescience

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